Aquecedor de óleo térmico com bomba, tubulações e tanque de expansão elevado
Fluido térmico em alta temperatura

Filtragem de óleo térmico com controle de TAN e insolúveis

Diagnóstico de oxidação, craqueamento e contaminação; remoção de partículas e borras filtráveis; limpeza do circuito e comprovação do resultado.

  • Análise antes da decisão
  • Filtragem dimensionada
  • Atendimento nacional
PartículasContaminantes externos e corrosão
InsolúveisBorras, carbono e produtos de degradação
TANAcidez e tendência de oxidação
TemperaturaCraqueamento e perda de desempenho
Transferência de calor confiável

Óleo escuro não é diagnóstico — e óleo claro não garante condição

A cor isolada é um indicador pouco confiável. A decisão precisa combinar histórico de temperatura, análise laboratorial, condição do aquecedor, tanque de expansão, bomba, filtros e superfícies de troca térmica.

01

Perda de rendimento

Depósitos nas superfícies atuam como barreira térmica, aumentando consumo e temperatura de filme.

02

Restrição de vazão

Borra e partículas saturam filtros, restringem linhas e reduzem a circulação necessária no aquecedor.

03

Cavitação e pressão

Frações leves e água podem favorecer vaporização, ruído, cavitação e instabilidade operacional.

04

Risco e indisponibilidade

Vazamentos, depósitos e fluido degradado ampliam o risco de falhas e paradas não programadas.

Dois mecanismos, efeitos diferentes

Craqueamento térmico e oxidação

Tratar ambos como “óleo queimado” esconde a causa e pode levar a uma intervenção inadequada.

Alta temperatura

Craqueamento térmico

Quando o fluido excede seus limites de temperatura de filme ou de massa, moléculas podem se romper e formar componentes mais leves e mais pesados.

  • Frações leves: maior volatilidade, redução da viscosidade e possível queda do ponto de fulgor
  • Frações pesadas: aumento de viscosidade e tendência a depósitos quando atingem o limite de solubilidade
  • Causas usuais: baixa vazão, chama desregulada, tubos incrustados, partida ou parada inadequada e fluido incorreto
Oxigênio + calor

Oxidação e aumento do TAN

O contato prolongado do fluido quente com oxigênio forma ácidos e produtos polimerizados. O TAN acompanha a acidez, mas deve ser comparado ao valor do fluido novo e ao histórico.

  • Pode aumentar viscosidade, corrosividade, borra e depósitos
  • Tanque de expansão quente e aberto à atmosfera pode acelerar o processo
  • Contaminação química também pode elevar o TAN; por isso a causa deve ser investigada
A filtragem não “zera” o TAN.

Elementos filtrantes removem sólidos suspensos, mas a acidez dissolvida e produtos solúveis de degradação exigem outra decisão técnica. Em casos severos, pode ser necessário substituir o fluido e limpar o sistema.

Filtro e tubulação de óleo térmico com borra e depósitos carbonizados
Contaminação crítica

Partículas e insolúveis reduzem a capacidade de troca térmica

Os sólidos podem vir de montagem, manutenção, corrosão, vazamento de processo, degradação do fluido e desprendimento de depósitos antigos. Quando circulam, atacam selos e bombas; quando se depositam, isolam superfícies e criam pontos de superaquecimento.

  • Partículas metálicas e óxidos de ferro
  • Carbono, coque e borra oxidada
  • Fibras, poeira e resíduos de manutenção
  • Produtos contaminantes vindos do processo
Análise de óleo térmico

O laudo deve responder três perguntas

  1. O fluido ainda transfere calor com segurança e eficiência?
  2. Há contaminação ou degradação removível por filtragem?
  3. A causa está no óleo, no sistema ou nos dois?
Laboratório realizando análise de amostras de óleo térmico
TAN / número de acidezIndica acidez; auxilia no acompanhamento da oxidação e de contaminações químicas.
Insolúveis em pentanoQuando aplicável, acompanha borra, carbono e materiais não dissolvidos pelo método.
Viscosidade cinemáticaAlterações podem indicar oxidação, craqueamento, mistura ou contaminação.
Ponto de fulgorAjuda a identificar frações leves e contaminação com produtos mais voláteis.
ÁguaRelacionada a corrosão, pressão, cavitação e risco durante o aquecimento.
Metais e partículasMostram desgaste, corrosão e sólidos presentes no circuito.
Baixos e altos boilersDestilação ou método equivalente avalia produtos leves e pesados de degradação.
Resíduo de carbonoComplementa a avaliação da tendência a depósitos em alguns fluidos.
Olhar além do laudo

Componentes que influenciam a vida do fluido

Sem corrigir a origem do problema, o óleo filtrado ou novo pode degradar novamente em pouco tempo.

01

Aquecedor e serpentina

Fluxo térmico, chama, vazão mínima e depósito nos tubos influenciam diretamente a temperatura de filme.

02

Tanque de expansão

Acomoda a expansão volumétrica e ajuda na desaeração. Temperatura e contato com oxigênio precisam seguir o projeto; inertização ou selo frio dependem do sistema.

03

Bomba de circulação

Vazão insuficiente aumenta a temperatura da película junto à parede do aquecedor e pode acelerar o craqueamento.

04

Filtro e linha lateral

Devem considerar temperatura, viscosidade, diferencial de pressão, área filtrante e quantidade de sólidos.

05

Tubulações e consumidores

Pontos mortos, vazamentos, isolamento contaminado e depósitos afetam segurança e eficiência.

06

Tanque de dreno e armazenagem

Água, resíduos e mistura com outros produtos podem contaminar o circuito durante manutenções e reposições.

Atendimento independente e multimarcas

Aquecedores e fluidos encontrados na indústria

A marca identifica o manual e os limites que devem ser consultados. O serviço é dimensionado para o fluido e o circuito realmente instalados.

Fabricantes e famílias de aquecedores

TengeKonusGekaKonusKonuthermDomelFultonSigma ThermalThermomat

Exemplos de fluidos térmicos

MobilthermTherminolDowthermShell Heat Transfer OilIpithermLubraxFluidos mineraisFluidos sintéticos

As marcas pertencem aos respectivos titulares e são citadas como referências de equipamentos e fluidos existentes no mercado. A Lubrimaq presta serviço independente e não declara representação ou autorização dessas empresas. Disponibilidade, nomenclatura e limites de uso devem ser confirmados na ficha técnica vigente.

Como a Lubrimaq atua

Diagnóstico, segurança, tratamento e verificação

A intervenção é definida pelo estado químico do fluido e pela quantidade de sólidos no circuito.

01

Levantamento

Fluido, volume, temperatura, aquecedor, tanque de expansão, sintomas e histórico.

02

Análise

TAN, insolúveis, viscosidade, água, fulgor e demais ensaios conforme a aplicação.

03

Tratamento

Filtragem em condições seguras, limpeza de reservatórios e circuito ou plano de substituição.

04

Comprovação

Amostra final, massa de contaminante quando aplicável e recomendações preventivas.

Unidade industrial filtrando óleo térmico com técnico equipado
Escopo sob medida

Filtrar quando a contaminação é removível

A Lubrimaq dimensiona vazão, elemento, área filtrante e sequência de trocas conforme a viscosidade e a carga de sólidos. Se a análise indicar degradação dissolvida severa, a recomendação pode mudar para substituição e limpeza.

Segurança primeiro

Amostragem e filtragem de fluido térmico exigem avaliação de temperatura, pressão, bloqueio, resfriamento e compatibilidade dos componentes. Nunca se deve abrir o circuito quente sem procedimento específico.

Aplicações

Onde o óleo térmico trabalha

Usinas de asfaltoReatores químicosSecadores e estufasIndústria alimentíciaPrensas e calandrasPapel e celuloseMadeira e MDFTêxtilPlásticos e borrachaTanques aquecidosAutoclavesProcessos farmacêuticos
Perguntas frequentes

Antes de filtrar o óleo térmico

Filtragem, troca e limpeza resolvem problemas diferentes. O laudo define o caminho.

O TAN alto pode ser reduzido apenas com filtragem?

Não. A filtragem retém partículas e insolúveis suspensos compatíveis com o elemento filtrante, mas não remove de forma simples os ácidos dissolvidos medidos pelo TAN. TAN elevado deve ser interpretado com viscosidade, insolúveis, histórico e especificação do fluido para decidir entre condicionamento, reposição, substituição ou flushing.

O que são insolúveis em pentano no óleo térmico?

São materiais que não permanecem dissolvidos no solvente usado pelo método, podendo incluir produtos de oxidação, carbono, borras e contaminantes. Quando o laboratório utiliza esse ensaio, a tendência dos resultados ajuda a avaliar formação de depósitos; o método e os limites devem ser adequados ao fluido.

Craqueamento térmico e oxidação são a mesma coisa?

Não. O craqueamento ocorre por estresse térmico e quebra molecular, especialmente quando a temperatura de filme é excedida. A oxidação acontece pela reação do fluido com oxigênio e pode elevar TAN, viscosidade e formação de borra. Os dois mecanismos podem ocorrer no mesmo sistema.

É possível filtrar o óleo térmico quente?

O procedimento depende da temperatura, do ponto de amostragem, da viscosidade e da compatibilidade de bombas, mangueiras, vedações e elementos filtrantes. O serviço só deve ocorrer dentro dos limites do equipamento e de um plano de segurança; frequentemente é necessário resfriar ou parar o circuito.

Qual micragem deve ser usada na filtragem?

Não existe uma micragem universal. O elemento é definido conforme viscosidade na temperatura de trabalho, natureza e quantidade dos sólidos, vazão, diferencial de pressão e capacidade do circuito. Elementos muito restritivos podem saturar rapidamente quando há muita borra.

Quando o óleo precisa ser substituído?

A substituição pode ser indicada quando há degradação química severa, TAN ou viscosidade fora dos critérios aplicáveis, excesso de frações leves ou pesadas, contaminação incompatível ou perda das propriedades de transferência térmica. A decisão deve ser baseada em análise e avaliação do sistema.

Diagnóstico inicial

Envie os dados do sistema térmico

Preencha o que souber. O formulário organiza as informações e abre uma conversa técnica pelo WhatsApp.

  • Marca do aquecedor e fluido
  • Volume e temperaturas de ida e retorno
  • TAN, insolúveis e sintomas
Condição observada

Referências técnicas consultadas

Os limites de temperatura, TAN, viscosidade e insolúveis variam conforme o fluido. Sempre prevalecem a ficha técnica vigente, o manual do aquecedor e a avaliação de segurança da instalação.

Eastman Therminol — degradação e análiseEastman — manutenção e tanque de expansãoTenge — aquecedor de fluido térmicoGekaKonus — aquecedores térmicos
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