Insolúveis e TAN elevado em sistema de óleo térmico em Campinas, SP
Cenário simulado que diferencia remoção de insolúveis do controle de oxidação medida pelo TAN.

Do sintoma ao critério de aceite
Os números abaixo formam uma hipótese educativa. Em uma planta real, amostragem representativa e laudo laboratorial devem definir o tratamento.
- Empresa
- Empresa Épsilon — processo químico (nome fictício)
- Localidade
- Campinas, São Paulo
- Equipamento
- Aquecedor de fluido térmico e tanque de expansão
- Óleo e volume
- Fluido térmico mineral — 12.000 litros
- Problema
- Perda de transferência térmica, depósitos carbonosos e aumento de pressão diferencial.
- Causa provável
- Operação prolongada em alta temperatura e baixo nível no tanque de expansão.
- Tecnologia proposta
- Filtragem a quente, limpeza dirigida e substituição parcial tecnicamente calculada
- Duração estimada
- 30 horas de intervenção simulada
- Resultado hipotético
- Insolúveis: 0,08% | TAN: 0,96 mg KOH/g
- Economia hipotética
- Economia ilustrativa de 41% frente à substituição total
Tratar o óleo sem corrigir a causa faria o problema voltar
Operação prolongada em alta temperatura e baixo nível no tanque de expansão. Por isso, a primeira etapa seria confirmar e eliminar a origem da contaminação, verificar o reservatório e somente então iniciar o condicionamento do fluido.
A aparência do óleo ajuda na triagem, mas não substitui Karl Fischer, contagem de partículas, TAN, insolúveis ou outros ensaios adequados ao fluido.
Tecnologia definida pelo contaminante e pela condição do óleo
Filtragem a quente, limpeza dirigida e substituição parcial tecnicamente calculada. Durante o processo, amostras intermediárias permitiriam acompanhar a tendência e evitar encerrar o serviço apenas porque a amostra “parece limpa”.
A reutilização só seria recomendada após confirmar que viscosidade, oxidação, aditivação e demais propriedades continuam adequadas.
Como a mudança poderia aparecer nas amostras

Como reduzir a chance de recorrência
Eliminar a origem
Inspecionar trocadores, vedações, mangueiras, respiros e práticas de abertura do reservatório.
Monitorar por tendência
Definir frequência de análise e limites de alerta coerentes com equipamento e fabricante.
Controlar a entrada
Filtrar óleo novo, usar respiro adequado e proteger conexões durante intervenções.
Economia precisa de memória de cálculo
Economia ilustrativa de 41% frente à substituição total é apenas uma hipótese. A comparação real deve somar óleo novo, descarte, frete, mão de obra, filtros, parada e tratamento, considerando se o fluido permanece apto ao uso.
